Vai acontecer uma coisa que ninguém vai conseguir segurar: Bagdá vai fugir da prisão, vai sair com os olhos acesos de ódio e vai jurar que, dessa vez, não vai ter conversa, não vai ter pedido, não vai ter perdão.
Só que tem um detalhe que vai deixar tudo ainda pior, e é isso que vai abrir o buraco: ele vai achar que vai conseguir resolver a vingança em silêncio, no escuro, sem ninguém ver… mas
Lucélia vai perceber o cheiro de confusão de longe, e vai começar a puxar as cordas como quem já fez isso antes.
E aí, prepara-se, porque o que vai vir não vai ser só fuga, vai ser acerto de contas, do tipo que vira notícia dentro da própria novela, com grito, choro preso na garganta e ameaça dita olhando no fundo do olho.
Bagdá vai sair da prisão com a cabeça em chamas, e a primeira coisa que ele vai fazer vai ser ir atrás de Lucélia, porque ele vai colocar na própria cabeça que ela é a porta de entrada pro que ele quer de verdade:
vingança.
Só que Lucélia não vai estar esperando ele com medo, não. Ela vai esperar com calma demais, com aquele olhar de quem mede a fraqueza do outro, e vai deixar Bagdá falar, deixar ele crescer… só pra depois cortar as pernas dele com duas palavras.
O artigo não está concluído, clique na próxima página para continuar