A tranca do pavilhão parecerá mais leve por alguns minutos quando Adriana conseguir lavar a alma com o tombo de sua pior inimiga. Logo após o encerramento da sessão que flagrará a pane de Pilar na cadeira de testemunhas, a ex-fisioterapeuta aproveitará a escolta até a carceragem do fórum para celebrar a rasteira verbal da megera de Isabel Teixeira.
A comemoração nos bastidores do tribunal acontecerá em um misto de alívio e desforra contra o clã corrupto. Adriana vibrará com o trunfo obtido, abraçará Cléber e cravará que a máscara de boa samaritana da vilã derreteu completamente diante do júri popular. Ao ver o personagem de Chay Suede emocionado no parlatório, a neta de Otoniel morderá o lábio de esperança, afirmando que a preocupação doentia da dondoca com os bilhões do inventário deixou evidente que o processo não passa de uma fraude para roubar o patrimônio de Arthur Brandão.
O momento de vitória lavará a alma da injustiçada antes de ela enfrentar o veredito impiedoso na saga de Walcyr Carrasco e Claudia Souto.