Sandra nunca foi mulher de agir por impulso. Cada movimento seu é calculado, cada gesto carrega intenção escondida. Quando decide que Celso se tornou obstáculo para seus planos, ela não parte para confronto direto. Prefere estratégia discreta, quase teatral. E é assim que surge a ideia da maçã.
A fruta, aparentemente inocente, é preparada com cuidado frio.
A vilã sabe que ninguém suspeitaria de gesto simples como oferecer algo para comer. No ambiente certo, com palavras certas, tudo pareceria natural. O plano é cruel justamente por ser silencioso.
Sandra acredita que, eliminando Celso, limpará o caminho para consolidar seus interesses sem interferência.
Celso à beira do perigo
Celso, por sua vez, não imagina o que está prestes a acontecer. Embora já tenha enfrentado conflitos com Sandra, ele não suspeita que a rivalidade tenha alcançado nível tão extremo.
Quando ela surge com a maçã e um sorriso ensaiado, ele encara a cena com desconfiança moderada, mas não suficiente para recusar imediatamente.
A tensão cresce no instante em que ele leva a fruta à boca.
O artigo não está concluído, clique na próxima página para continuar