Quando Jorginho foi dado como morto e seu velório aconteceu na Chacrinha sob comoção coletiva, ninguém poderia imaginar que aquela despedida carregava um segredo capaz de virar a história de cabeça para baixo. A dor de Gerluce, o desespero de Joélly e o silêncio pesado que tomou conta da cidade pareciam definitivos, como se o destino tivesse decidido cobrar o preço mais cruel possível.
Mas o que parecia fim era, na verdade, parte de um plano cuidadosamente arquitetado.
A notícia da morte de Jorginho foi aceita com tristeza e incredulidade. Ele havia sido atacado, estava gravemente ferido e as circunstâncias apontavam para um desfecho trágico. A confirmação oficial, o corpo velado, as lágrimas sinceras de quem o amava, tudo reforçou a sensação de perda irreversível. Samira, inclusive, manteve postura controlada, como quem lamenta, mas no fundo acreditava ter eliminado mais uma ameaça.

O que ninguém sabia é que Jorginho estava um passo à frente.
A morte forjada como estratégia de sobrevivência
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