Ninguém esperava por isso. Walmir chegou para a reunião achando que seria apenas mais um dia de trabalho. Ele era o braço direito, o homem de confiança, a memória viva do grupo Alaor. Mas ele não contava com a astúcia e a frieza de Alana Matos, que o encarou com olhos de gelo.
Testemunhas que ouviram tudo atrás da porta de vidro afirmam que a cena foi de cortar o coração.
Walmir teria implorado, se humilhado, lembrado de todos os anos de dedicação. A resposta de Alana foi um soco no estômago.
"Acabou, Walmir. A sua jornada no grupo Alaor termina aqui. E não há nada que você possa fazer", decretou Alana Matos, sem piscar, enquanto Walmir ficava branco como papel.
A humilhação foi completa. Ele foi escoltado por seguranças para fora da sala, como um criminoso. Um homem que deu a vida pela empresa, agora tratado como lixo.
Mas por quê? O que Walmir fez para merecer um fim tão trágico? A resposta, meus caros, tem nome e sobrenome: Zilá.

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