O envolvimento entre Zenilda e Rogério não surge como um acontecimento abrupto, daqueles que mudam tudo de uma vez. Pelo contrário, nasce de forma gradual, construída em pequenos encontros, conversas estratégicas e uma convivência que, aos poucos, deixa de ser apenas funcional para ganhar um tom mais pessoal.
No início, tudo parece controlado.
Ambos se mantêm dentro de uma zona segura, onde a relação ainda pode ser interpretada como parte do jogo, das alianças e dos interesses que cercam a Fundação. No entanto, existe algo que começa a escapar desse controle, algo que não pode ser explicado apenas pela lógica.
E esse algo é o sentimento.
Rogério e Zenilda são personagens que conhecem bem o peso das decisões, o valor das alianças e o impacto que cada movimento pode gerar. Por isso, quando a aproximação entre eles começa a ganhar força, há uma tentativa inicial de manter tudo sob controle, como se fosse possível separar emoção de estratégia.
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