O que começou como um esquema aparentemente perfeito em "A Nobreza do Amor" terminou em fiasco completo na delegacia de Barro Preto. Mirinho, o personagem que até agora parecia ter tudo sob controle, viu seu castelo de cartas ruir diante do delegado Fortunato. A confissão de Mirinho trouxe à tona verdades que ninguém esperava e deixou a cidade fervendo com o escândalo.
Tudo começou quando Fabrício, o suposto amigo de faculdade de Direito de Mirinho, desapareceu levando todo o investimento feito na tecelagem da família. Enquanto todos acreditavam que Fabrício era um estudante brilhante e de boa índole, a realidade estava longe de ser essa. Durante o depoimento, pressionado por Fortunato, Mirinho não conseguiu sustentar as mentiras que vinha contando. A cada pergunta, o jovem gaguejava, desviava o olhar e, no ápice do interrogatório, soltou a bomba: "Ele nunca foi meu colega de Direito, só nos encontrávamos em mesas de bar".
Foi o suficiente para que a máscara caísse.
A tensão no ambiente só aumentava enquanto Adônis datilografava cada palavra do depoimento com agilidade impressionante. Fortunato, mostrando sua experiência, apertava cada vez mais o cerco, buscando detalhes sobre como Fabrício foi introduzido nos negócios da família.
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