Em Êta Mundo Melhor, o clima de tensão chega a um ponto delicado quando Samir e Simbá passam a sentir, mesmo sem entender completamente, que algo perigoso os cerca. As conversas sussurradas, os olhares preocupados dos adultos e a presença constante de ameaças criam um ambiente pesado demais para duas crianças.
Samir, mais sensível, percebe que o sorriso de Candinho já não é tão tranquilo quanto antes. Simbá, sempre atento, nota que o sítio deixou de ser apenas um lugar de brincadeira e passou a ser cercado por alertas e cuidados excessivos. O medo, ainda confuso, começa a se instalar.
As crianças não sabem exatamente do que estão fugindo — mas sabem que precisam fugir.
Sem medir consequências, Samir e Simbá tomam uma decisão impulsiva: sair dali antes que algo ruim aconteça. Na cabeça dos dois, a fuga parece uma solução simples, quase inocente. Se o perigo está chegando, basta se afastar.
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