A reta decisiva de Três Graças reserva um acerto de contas daqueles que fazem o público prender a respiração. Depois de uma trajetória marcada por manipulações, golpes e alianças tóxicas, Ferette (Murilo Benício) e Arminda (Grazi Massafera) finalmente encaram as consequências de seus atos em uma sequência carregada de simbolismo.
O ponto de virada acontece quando Zenilda consegue na Justiça a reintegração de posse do apartamento de luxo ocupado pelo casal. Como o imóvel pertence legalmente a Lorena, a advogada chega acompanhada de um oficial para cumprir a ordem de despejo.

Segundo noticiou o colunista André Romando, do portal O Tempo, o clima azeda de vez entre Zenilda, Ferette e Arminda com trocas de acusações e olhares que dizem mais que qualquer diálogo. Ferette tenta resistir e se recusa a deixar o local, transformando o cumprimento da decisão em um confronto direto.
A situação escala a ponto de exigir intervenção policial, autorizada a agir diante da desobediência dos vilões. A queda, antes lenta, vira um grande tombo para Arminda e Ferette, dando início à derrocada do casal em uma cena que promete lavar a alma do público.
O ocorrido com Arminda e Ferette se desenha como um daqueles momentos catárticos que o público espera por capítulos. A expulsão do casal não é apenas um desfecho prático, mas uma espécie de ajuste moral dentro da narrativa. No tabuleiro de Três Graças, as peças finalmente encontram seu destino e, para quem acompanhou cada reviravolta, o sentimento é de justiça sendo entregue no tempo certo.