Em Três Graças, existe uma regra que se repete como maldição: quando Arminda convida alguém para "conversar", nunca é só conversa. E quando ela chama para jantar, então… é porque ela quer controlar o ambiente, a narrativa, as reações e até o silêncio. Só que desta vez, Arminda vai ser surpreendida de um jeito que ela não consegue disfarçar:
Jorginho decide acompanhar Joélly e aparece ao lado da filha, sem aviso, sem pedir licença emocional, sem dar tempo para a vilã ajustar o roteiro do que estava prestes a acontecer.
O jantar na casa de Arminda vinha sendo tratado como um "gesto civilizado", uma tentativa de reduzir tensão, uma forma de "evitar guerra". Só que, por trás da toalha bonita, do perfume forte e do sorriso ensaiado, existia um plano armado.
Um plano que dependia de um detalhe crucial: Joélly estar vulnerável e sem escudo.
Arminda contava com a presença de Joélly, e talvez de Gerluce, num clima já contaminado por medo, dúvidas e pressões.
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