Em Êta Mundo Melhor, tem reconciliação que não nasce de pedido de desculpa bonito. Nasce de verdade. De choro preso. De dor guardada. E, principalmente, de um detalhe pequeno… que muda tudo por dentro.
Anabela passa tempo demais engolindo desconfiança e mágoa. Ela não consegue mais olhar para Estela sem lembrar das mentiras, das evasivas e daquele sentimento ruim de ter vivido uma vida inteira sem saber quem era, de verdade.
Por isso, ela decide confrontar Estela. Só que o que era para ser briga vira desabafo. E o que era para ser ruptura vira abraço.
Porque, quando Estela finalmente fala, Anabela entende uma coisa que muda toda a percepção dela: a mãe fingiu ser irmã não por vergonha, não por maldade e nem por frieza… mas por proteção. Para manter Anabela segura e impedir que Jesus descobrisse a verdade e destruísse tudo.
E, no meio da conversa, um detalhe do passado vem à tona — um detalhe que prova que Estela sempre amou Anabela como mãe, mesmo quando o mundo todo enxergava outra coisa.
É aí que Anabela desaba.
E, com a voz tremendo, declara:
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