Depois de um período de silêncio e recuperação, Omar retorna com uma postura completamente diferente. Aquele que antes parecia afastado dos grandes conflitos agora surge mais atento, mais estratégico e, acima de tudo, determinado.
Sua presença, por si só, já altera o clima em Batanga.
Há uma sensação crescente de que algo está prestes a acontecer.
O povo, cansado das imposições de Jendal e do clima de opressão que se instaurou no reino, começa a enxergar em Omar uma possibilidade real de mudança. Mesmo sem declarações abertas, sua movimentação discreta já desperta atenção.
O silêncio que ele manteve até então não foi de fraqueza.
Foi de preparação.
E agora, ele está pronto para agir.
O governo de Jendal, marcado por decisões autoritárias e ações que favorecem poucos, cria um ambiente cada vez mais instável. A insatisfação cresce em diferentes camadas do reino — desde aliados próximos até aqueles que já não veem mais qualquer esperança sob seu comando.
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